Enfrentar “dois patos com uma cajadada só”: A crise das frações da direita radical e a saída proletária-popular

 




Após cinco meses desde sua posse, o Governo Bolsonaro enfrenta uma séria crise política. As contradições, que tem por raiz fundamental o aprofundamento da crise estrutural do capital, foram todas agravadas pelo movimento golpista que se instaurou no poder de Estado em 2016. Os efeitos mais nefastos da crise se agravam diante da efetivação da plataforma elaborada pelas oligarquias orgânicas do imperialismo e da burguesia monopolista interna mais integrada aos interesses do capital financeiro internacional. Uma programática de cunho antiproletário, antipopular, antinacional, antidemocrático, reacionário e obscurantista.

A ultradireita que se encastelou no executivo federal com o advento do governo Bolsonaro é portadora de um projeto sistematicamente fascistizante. Eduardo Bolsonaro (o Zero1, do clã) é o representante na América Latina do “Movimento”: rede de partidos e figuras políticas de extrema direita idealizado e coordenado por Steve Bannon, o estrategista da vitória eleitoral de Trump nos EUA. Trata-se de uma política de total servilismo aos EUA e à “internacional fascista” de Bannon. No caso de um fascismo de país dependente como o Brasil, em que o imperialismo é a fração dominante no bloco de poder, tal projeto caracteriza-se por um entreguismo sem limites. Busca, também, assegurar as condições repressivas para impor uma centralização acelerada de capital e descarregar os custos da crise econômica nas costas das classes oprimidas.


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Greve Geral no dia 14 de Junho - Um dia para derrotar Bolsonaro


O ato em celebração do 1º de maio de 2019, dia internacional do trabalhador e da trabalhadora, confirmou o compromisso entre todas as centrais sindicais do país em organizar para o dia 14 de junho uma Greve Geral, a primeira durante o governo neofascista de Bolsonaro.

 

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Deixem a Venezuela em paz! Contra as sucessivas tentativas de golpe imperialista na Venezuela

 O Polo Comunista Luiz Carlos Prestes vem a público rechaçar mais uma tentativa de golpe de Estado articulado pela extrema-direita venezuelana e latino-americana associada ao imperialismo. Convidamos todos os democratas, revolucionários e antimperialistas a se solidarizarem com o povo venezuelano em sua incessante e brava luta pela liberdade e independência.

 

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Lula no cárcere: comentários sobre sua entrevista


Foto: Ricardo Stuckert.

Diante da entrevista do ex-presidente Lula, ilegal e injustamente no cárcere desde o ano passado e considerado uma importante (ainda que contraditória) liderança popular, o Polo Comunista Luiz Carlos Prestes apresenta abaixo breves comentários sobre o conteúdo de sua fala.

 

Clique aqui para acessar a entrevista na íntegra.

 

Lula sabe falar com o povo. Os primeiros minutos da entrevista foram os melhores. Mostrou que o “impeachment” e as arbitrariedades dos processos e condenações contra ele eram parte de um mesmo projeto golpista. Está envidentemente na ofensiva: atacou a Lava Jato (Moro/Dallagnol), o Departamento de Estado dos EUA, o TRF-4 ("juízes que nem leram o processo”), atacou também o STF, inclusive lamentando a proibição de “dar esta entrevista antes da eleição de 2018”; mas teve o cuidado de defender o Supremo como instituição (destaca  as  decisões do casamento homoafetivo,  demarcação da raposa da Serra do sol), sabendo que o governo do Boçalnazi o quer submeter de modo total e, se tiver força, até o fechar.

 

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Carta a Petry

A Carta a Petry, escrita em 1988, é um documento teórico histórico do movimento dos “comunistas alinhados com as posições revolucionárias de Luiz Carlos Prestes”, delineando vários dos principais momentos do surgimento de um partido proletário revolucionário e do desenvolvimento da revolução proletária em nosso país. Segundo Prestes o documento contém uma concepção de revolução que considera “muito justa”. 

O Polo Comunista Luiz Carlos Prestes considera que é interessantíssimo que esse documento venha à luz do dia outra vez neste momento histórico, para tentar desembaraçar várias questões teóricas que confundem e desorganizam a esquerda contemporânea. Isto porque a miséria na teoria costuma levar à miséria na prática, como muito claro deixa o último ciclo político das forças populares. Coloca também várias das tarefas históricas que a esquerda, em geral, e os comunistas, em especial, necessitam enfrentar até os dias de hoje.

 

Para acessar clique aqui.

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Watching: Convocatória II SENUP
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