O Movimento Continental Bolivariano denuncia ao mundo plano do imperialismo de assassinar dirigentes revolucionários da Venezuela e outros países da América Latina.
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A quarta frota, as sete bases na Colômbia, o golpe em Honduras, a invasão do Haiti, a volta do pinochetismo extremo à presidência do Chile são exemplos dos ataques do Império à América Latina.
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O Partido Comunista da Venezuela (PCV), denunciou hoje, a presença na Venezuela de um comando militar de elite, provavelmente colombiano, com a missão de assassinar quadros revolucionários e lutadores anti-imperialistas.
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Segundo as primeiras estimativas, o número de corpos enterrados sem identificação em uma vala comum na pequena cidade de Macarena pode chegar a 2 mil. Segundo relato de moradores, desde 2005, o exército colombiano teria depositado ali centenas de cadáveres sem identificação. Seria o maior sepultamento de vítimas de um conflito de que se tem notícia no continente. Exército diz que os corpos são de guerrilheiros mortos, mas população da região relata desaparecimento de muitos líderes sociais, camponeses e comunitários.
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"O grande capital internacional assumiu por conta própria a realização dessa reforma e a está implementando, mediante a compra de terras e de empresas agrícolas, de que é exemplo a compra da Usina Santa Elisa pelo grupo Dreiffyus.
Por ação e por omissão, o governo Lula apóia entusiasticamente essa nova reforma agrária.(...)A outra reforma agrária - a dos movimentos autênticos do campo e das forças sociais progressistas - visa contrarrestar a reforma concentradora dos agronegócios e atender às necessidades de 6 milhões de famílias pobres do campo. Trata-se de consolidar a agricultura familiar - que responde tanto pela maior porcentagem da produção de alimentos quanto da oferta de empregos no campo e de desapropriar todos os imóveis de tamanho superior a 1.000 hectares, a fim de redistribuir essas terras à população rural sem terra."
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